CAPITULO
10
12/04/2005
*No hospital
Cate: Finalmente
consegui terminar essas contas.
Tony: Finalmente mesmo,
não sei como você conseguiu chegar ao 2º ano, nessa “rapidez” (risos)
Cate: Não, você acha
que é quem para me dizer isso?
Tony: O garoto que está
esperando você para poder assistir o filme. Será que a gente pode agora?
Cate: Sim senhor, agora
a gente pode assistir o filme. Eu só vou colocar a fita.
Tony: Vai ficar sentada
ai?
Cate: Vou, porque? Você
quer que eu fique sentada no chão?
Tony: (risos) vem logo
deitar aqui comigo, cabe nós dois aqui. E também está mais quentinho do que ai.
Cate: (risos) eu só vou
porque está frio.
Cate deita na cama, se
cobre e começam a assistir filme na pequena televisão que havia no quarto do
hospital. Ela se vira e fica deitada no peito de Tony, quando ele começa a
acariciar seus cabelos, e ele sussurra em seu ouvido.
Tony: Ta gostando do
filme?
Cate: Uhum, ele é bem
legal.
Tony: Eu queria te dar
uma coisa já faz um tempo, mas parece que sempre tem alguma coisa que me
impede.
Cate: O que é?
Tony beija sua irmã que
logo começa a ficar tremula e arrepiada.
Tony: Eu te amo Cat
Cate: Eu também te amo
Tony.
Tony começa a passar a
mão nas costas de Catherine, que fica toda arrepiada com o gesto do irmão.
Depois ele começa a levantar a blusa de sua irmã, que logo tira a blusa.
O beijo começa a ficar
cada vez mais intenso, os dois começam a tirar a roupa desesperadamente como se
fosse uma necessidade ter um ao outro, uma necessidade que não dava mais para
aguentar. Tony se vira ficando por cima de Cate, e começa a beijar o pescoço
dela. Ele vai descendo até chegar em sua barriga.
E ali mesmo, no quarto
de um hospital, os dois começam a se amar loucamente como se estivessem
sozinhos no universo, sem se preocuparem em entrar alguém, sem se preocupar
mais com a vida, nem com o grau de parentesco que havia entre eles. Era
simplesmente eles, Catherine e Anthony, dois jovens se amando desesperadamente
como se não houvesse o amanha.
Depois que tudo
terminou, Cate vai para o banheiro lavar o rosto, pois estava muito suada. Ela
se olhou no espelho e sorriu. Enquanto ela se arruma escuta seu pai entrar no
quarto.
Philip: Cadê a sua
irmã?
Tony: Ela está no
banheiro.
Philip: Ah, você está
bem meu filho?
Tony: Estou bem sim, na
verdade eu estou ótimo.
Philip: Hum, bom quando
sua irmã sair, fala pra ela me procurar para eu levar ela para casa ok.
Tony: Eu falo sim.
Philip sai do quarto e
Cate sai do banheiro dizendo: Bom eu acho que o horário de visita acabou. Eu
vou indo.
Tony levanta e diz:
Espera, só mais um beijo. Te prometo que esse é o ultimo.
E ali ficaram os dois
se beijando, até que Cate parou, e saiu do quarto.
Naquela mesma noite, o
telefone da casa de Cate toca e Beth atende. Começa a ficar desesperada e
começa a chorar.
Cate chega bem na hora
que sua mãe desliga o telefone. Com muitas lagrimas escorrendo em seu rosto ela
disse:
Beth: Filha o seu irmão
piorou.
Cate: O que? Como
assim, eu acabei de chegar do hospital e ele tava ótimo.
Beth: Sua madrasta
acabou de me ligar perguntando se seu pai estava aqui, porque era pra ele
voltar rápido pro hospital porque seu irmão tinha piorado.
Cate: Eu não acredito.
Mãe a gente precisa voltar lá.
Cate e Beth pegam um
taxi e vão direto para o hospital. Chegando lá vê alguns enfermeiros e médicos entrando
e saindo desesperados do quarto de Tony, tentando salvar a vida dele.
Philip: Doutor, o que
está acontecendo? O que meu filho tem?
Medico: Seu filho está
tendo uma parada cardíaca senhor.
Susan: Mas e o
transplante? Não tem como fazer hoje?
Medico: Já pedimos que
tragam o novo coração. Mas não sabemos se vai chegar a tempo, pois esse coração
vem da America do Sul.
Todos começam a ficar a
desesperados na sala de espera. Cate quando chega, corre nos braços do pai
chorando.
Alguns minutos se passa
e Cate começa a andar pelo hospital, quando pensa em algo muito estranho.











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